"Em algumas páginas da vida não podemos escrever o que desejamos e sim o que ela nos oferece."
Clau
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Sonhos de primavera
Por entre a inquietude dos pensamentos posto diante do brilho da imensa luz que reflete a lua cheia, lembrando daquele olhar penetrante que me buscava por entre as flores do mais belo jardim de minha vida.
Deitada sobre as folhas secas que se despiram da imensa árvore que plantada num passado distante, criou raiz forte, de frutos doces, mas que por sua vez se postaram em cestos diferentes permitindo serem levados pela vida por caminhos opostos, mas nunca deixando de serem frutos de uma mesma árvore.
Tempo esse que passa como a primavera que chega e se despede deixando sua marca através de seus diversos perfumes, suas diversas cores, sua beleza que agrada aos olhos, ao coração a alma daqueles que por vezes permitiram-se parar por alguns momentos em admiração, no entanto outros passam por ela despercebendo quanta beleza deixaram de usufruir pelo simples fato da frieza do constante tempo que tem que se ganhar perdendo minutos preciosos de uma vida que passa diante de si, escorrendo por entre os dedos de tua própria mão, cegando-se pelo deslumbre da gloria material, esquecendo-se da essência que és feito.
Ainda há tempo, e quem sabe o sonho ainda venha a ser a realidade de uma primavera de cores e perfumes diversos preenchendo o vazio que ecoa no coração. Quem sabe uma nova semente seja trazida pelos ventos fixando-se, brotando e tornando-se uma frondosa e bela árvore que permitirá descansar em tua sombra regada de frutos saborosos de amor carinho e felicidade plena.
Esperai esta primavera, porem não de braços cruzados, mas preparando o solo para que na época certa tudo possa acontecer e um novo sonho possa viver.
Deitada sobre as folhas secas que se despiram da imensa árvore que plantada num passado distante, criou raiz forte, de frutos doces, mas que por sua vez se postaram em cestos diferentes permitindo serem levados pela vida por caminhos opostos, mas nunca deixando de serem frutos de uma mesma árvore.
Tempo esse que passa como a primavera que chega e se despede deixando sua marca através de seus diversos perfumes, suas diversas cores, sua beleza que agrada aos olhos, ao coração a alma daqueles que por vezes permitiram-se parar por alguns momentos em admiração, no entanto outros passam por ela despercebendo quanta beleza deixaram de usufruir pelo simples fato da frieza do constante tempo que tem que se ganhar perdendo minutos preciosos de uma vida que passa diante de si, escorrendo por entre os dedos de tua própria mão, cegando-se pelo deslumbre da gloria material, esquecendo-se da essência que és feito.
Ainda há tempo, e quem sabe o sonho ainda venha a ser a realidade de uma primavera de cores e perfumes diversos preenchendo o vazio que ecoa no coração. Quem sabe uma nova semente seja trazida pelos ventos fixando-se, brotando e tornando-se uma frondosa e bela árvore que permitirá descansar em tua sombra regada de frutos saborosos de amor carinho e felicidade plena.
Esperai esta primavera, porem não de braços cruzados, mas preparando o solo para que na época certa tudo possa acontecer e um novo sonho possa viver.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Resposta ao silêncio
O silêncio muitas vezes é a resposta a algo que não conseguimos interpretar, do amor que vai além do tempo, além do que possamos imaginar.
A resposta pode não ser vista, lida ou encontrada, mas quando precisarmos estará pronta dentro de nós e poderá ser respondido através de um simples gesto, um olhar, um abraço, ou mesmo uma única palavra que transmitirá recado extenso aos questionamentos, a nossa inquietude, ao nosso ego a nossa má interpretação daquilo que nos foi vinculado ao silêncio que pairou por entre linhas inacabadas de uma historia sem fim.
O silêncio muitas vezes não é egoísmo, ciúme, medo, rancor. O silêncio é o fragmento de uma falta de retorno, de uma delicadeza, de uma sinalização simples em estar ocupado em certo momento.
O silêncio nos leva a diversas interpretações sendo elas na maioria erronias, preocupando-se em atender somente aquilo que desejamos que o seja e que demoramos muito para buscar a compreensão correta e coerente que faria mais sentido se realmente desejássemos ouvir a verdade que nos cabe.
O amor reside dentro do coração, por mais escondido que tenhamos o colocado, ainda permanece presente e jamais se apagará, pois é o que nos nutre o que nos permite ter parâmetros para uma nova vida, para sabermos distinguir o certo, o melhor, o que realmente desejamos vivenciar, passar e sofrer. O novo jamais substituirá o antigo, pois dele tiramos nossas lições e cada vez que nos depararmos com algo, recorreremos a nossos arquivos coronários para encontrar o melhor caminho a seguir.
O silêncio se fará sempre presente, mas não de alguém ausente, mas de alguém que sempre estará por perto, esperando o sorriso ou a lágrima para compartilhar da alegria ou da dor e estender as mãos e puxar-lhe para um longo abraço de ternura que transmitirá a segurança necessária para que continuemos nossa caminhada, acreditando sempre que o ancoradouro nos suportará independente de quanto tempo distante estejamos, na certeza de sempre poder voltar.
A resposta pode não ser vista, lida ou encontrada, mas quando precisarmos estará pronta dentro de nós e poderá ser respondido através de um simples gesto, um olhar, um abraço, ou mesmo uma única palavra que transmitirá recado extenso aos questionamentos, a nossa inquietude, ao nosso ego a nossa má interpretação daquilo que nos foi vinculado ao silêncio que pairou por entre linhas inacabadas de uma historia sem fim.
O silêncio muitas vezes não é egoísmo, ciúme, medo, rancor. O silêncio é o fragmento de uma falta de retorno, de uma delicadeza, de uma sinalização simples em estar ocupado em certo momento.
O silêncio nos leva a diversas interpretações sendo elas na maioria erronias, preocupando-se em atender somente aquilo que desejamos que o seja e que demoramos muito para buscar a compreensão correta e coerente que faria mais sentido se realmente desejássemos ouvir a verdade que nos cabe.
O amor reside dentro do coração, por mais escondido que tenhamos o colocado, ainda permanece presente e jamais se apagará, pois é o que nos nutre o que nos permite ter parâmetros para uma nova vida, para sabermos distinguir o certo, o melhor, o que realmente desejamos vivenciar, passar e sofrer. O novo jamais substituirá o antigo, pois dele tiramos nossas lições e cada vez que nos depararmos com algo, recorreremos a nossos arquivos coronários para encontrar o melhor caminho a seguir.
O silêncio se fará sempre presente, mas não de alguém ausente, mas de alguém que sempre estará por perto, esperando o sorriso ou a lágrima para compartilhar da alegria ou da dor e estender as mãos e puxar-lhe para um longo abraço de ternura que transmitirá a segurança necessária para que continuemos nossa caminhada, acreditando sempre que o ancoradouro nos suportará independente de quanto tempo distante estejamos, na certeza de sempre poder voltar.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Quem sou eu
Sou o amanhecer
O entardecer
O anoitecer...
Sou a sombra de mim mesma
Sou reflexo dos meus sentimentos
Sou a vontade do progresso
A loucura da paixão
Sou a estrada que sigo
A mão que afaga
A luz que aquece
A vida que sofre
O coração que ama
O lábio que sorri
O braço que protege e luta
A voz que canta, encanta e desagrada
A presença continua de seus dias
O pensamento positivo
A palavra de ordem desordenada
A vontade de viver
O farol que guia
Sou a brisa que te acalma
A ventania que te atormenta
Sou eu
Nada mais...
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Uma nova canção
Minha vida é feita de musica, cada qual para seu tempo seu momento...
Cada uma reflete meu estado de espirito, traduz algo que
sinto e não consigo dizer.
Entre um verso e outro descubro palavras, frases, que dizem
verdades de um tempo que vivi que vivo, ou que desejo viver...
Não há vida sem musica!
Ao amanhecer ouço o pulsar de meu coração dando o ritmo de
meu despertar...
Durante todo o dia, sigo a dança de meus passos, por vezes lentos, outras mais rápidos, com ou sem ritmo,
seguindo a sincronia de minha respiração que ao som do despertar do desejo de
um descanso, breve se silencia...
Novo ritmo se desbrava em meu peito, acelerando o compasso
quando à mente me vem lembranças de um amor que ainda menina gravei em meu
coração.
Novos ritmos se fizeram alguns altos e fortes, outros baixos
e fracos, alguns que se tornaram quase inaudíveis outros porem que nunca se
silenciaram, mas... aquele som gravado em meu coração nunca parou, vez ou outra
fazia-se ouvir pela lembrança longínqua tentando encontrar espaço para
expandir-se e no palco da vida apresenta-se...
Nossa! Meu Deus! Esse dia chegou... Expressões essas que
despertaram uma versão nova daquela antiga canção, porem sem mudar sua essência.
Aquele sorriso, aquele olhar colocavam novo ritmo embalando o sonho transformando-o
em realidade.
O gosto do beijo... fez-se bailar meu corpo inteiro, desrritmado
e cambaleante aprumou-se por entre aquelas mãos firmes e fortes que por hora
prometera não deixar-me escapar.
Musica pronta, entregue, ritmo perfeito, passo ensaiado na
espera da estreia, aguardando desfecho de uma velha historia para o inicio de
uma nova, longa e esperada musica ritmada pelo som de corações que pulsam avidamente
para uma nova canção se formar.
“I'm not a child anymore, life has opened the door
To a new exciting life”
To a new exciting life”
"...como se eu estivesse retornado a muitos anos... ...atualizaremos tudo que não
foi realizado no passado..."
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