terça-feira, 13 de novembro de 2012

Sem Sentido



Aos poucos tudo  se vai ... tomando novos rumos...
Nada do que foi será novamente
Das boas coisas as lembranças
Das ruins, as lições e advertências
Levando conosco o que pudermos
De nós, das pessoas que nos fizeram parte, das coisas, dos lugares
Algumas cairão no esquecimento decorrente do tempo e seu grau de importância, outras porem permanecerão firmes, nos revivendo a cada amanhecer
Das lutas, glorias derrotas, empates, desistências persistências
Nada foi, é ou será em vão
Somente deixando de lado e seguindo
Sempre...
Talvez sem rumo ou para o rumo que o vento desejar dar
Tentativas, alegrias, tristezas, risos e lágrimas, concordâncias e discórdias, tanto faz!
Nada faz sentido mesmo
O único sentido é aquele que desejamos que tenha, na hora, no momento, do dia ou na vida
Todo sentido... ou talvez, nenhum
Que assim seja e prossiga, agora, hoje, e quem sabe, amanhã se assim houver.